quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ami - zade .

Bem, vamos lá... o que temos para falar sobre amizade...
Eu relutei muito em fazer esse post, por achar que não merecia, mas, ...
Você sabe o significado da palavra AMIZADE? Não?
Eu vou tentar explicar um pouquinho... AMIZADE é quando você tem um ombro para se apoiar, é quando mesmo não precisando este ombro ainda está lá, é quando você manda uma mensagem de 'eu te amo, amiga' só pra sua amiga se lembrar o quão importante ela é para você. Amizade é você nunca magoar a sua amiga em hipótese alguma. É você, mesmo sabendo que vai machucar, falar as verdades que a sua amiga precisa ouvir, só pra ela saber que você é amiga dela e que ela precisa saber dessas verdades a escutar uma mentira. É você nunca esconder as coisas dessa sua amiga, mesmo que isso a magoe e a mate por dentro. ISSO é uma AMIZADE!!!


Agora sente e se pergunte, se você realmente chegou um dia a ser uma VERDADEIRA amiga! ;)

Boa noite! :)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Já sentiu?

Em uma bela manhã, acorde cedo, vá dar uma volta.
Encontre uma uma árvore bem grande que faça uma bela sombra, sente embaixo dessa árvore.
Tá sentindo?
A brisa do vento percorrer o seu rosto e seus cabelos?
Tá vendo como é bom?
Isso é a natureza!
E não devemos destruí-la ! Devemos cuidar! E muito bem!
É tão bom quando começamos a dar valor a coisas simples, né?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual! -(Einsten)


Então, eu quero te mostrar as minhas loucuras, tudo o que eu sou capaz de fazer.
Posso ser capaz de te dar o céu, se você deixar.
Sou capaz de contar todas as estrelas, se assim você quiser.
E caso você não queira, não tem problema...
Portanto, que me deixe dormir embalada em seus braços...


Boa noite.

domingo, 23 de outubro de 2011

Deixa entrar...

 "Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça!" #CFA


Então... pra que melhor? 
Temos oportunidades incríveis de conhecer pessoas maravilhosas, e às vezes deixamos escapar pelo simples fato de você não estar muito bem no momento. Mas, imagine só, se cada vez que te acontecer alguma coisa, você se tranque no seu quarto e não saia pra nada... pense em quantas oportunidades você perderá...
Acredito que Deus só coloca na sua vida o fardo que podemos levar, então, se há uma dificuldade, ultrapasse! Não deixe de viver a sua vida por causa de amores que não dão certo... 
A melhor coisa da vida é você estar mal e poder contar com aquele amigo (a) ... poder conversar, rir, chorar, se abraçar. 
Então, meu amigo, minha amiga... não perca as oportunidades que a vida lhe dá. Se estiver com vontade de sair, saia, se não tiver também, saia mesmo assim! 
Vai que você encontra o amor da sua vida por aí? Te garanto que ele não vai estar dentro do seu quarto e na sua cama, se você não SE der esta oportunidade. :)


Viva!


Deixe entrar. Na sua vida, na sua cabeça, no seu coração!
PERMITA- SE! 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

É hoje!

Hoje o meu dia é de dupla felicidade! Aniversário do meu "pipinho" lindo, Thor. E será o nascimento da princesinha Aurora! Que esta criança venha cheia de luz a este mundo, cheia de saúde, que ninguém possa lhe fazer mal algum, e muita serenidade. Que cresça sempre ao redor de pessoas que a amem e que a cuidem. Venha meu lindo bebê para este nosso mundo!
Thor, meu pipinho mais lindo! Há exatamente 3 anos atrás você chegou nessa família doidinha que é a família Dourado, todo iluminado e com a mais pura energia e saúde. Que você cresça com muito amor, e sempre obedecendo a mamãe! Que Deus seja sempre o seu guia, "pimpo" !

E hoje eu acordei feliz! Pensando da sua forma de pensar, pensando no seu modo de falar. Quero sempre a tua alegria, seja comigo ou não. Quero ver o seu sorriso mais lindo, nessa cara safada. E quando eu te olhar e ver o teu sorriso, o meu coração se encherá de alegria, porque eu sei o quanto eu te amei/amo. Você sempre será a segunda pessoa que eu amei, e eu sempre terei isso no meu coração.

~ Wish me lucky !

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O amor bom é facinho.

Ivan Martins
É editor-executivo de ÉPOCA

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário.

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.

Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimentos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.
 
 

(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Cadê você?

E eu te procuro por entre as pessoas, entre os novos rostos. Te procuro e te vejo em pinturas e em paredes. Acho que estou enlouquecendo. Deixa o tempo passar, as pessoas me dizem. Eu estou deixando o tempo passar, mas, acontece que esse tempo está sendo um tanto quanto torturante comigo. Eu procuro seu beijo em outros beijos, e procuro alguém que me faça sentir o que você me fez sentir. Mas, eu não encontro, e sei que não vou encontrar tão rapidamente. A quem eu quero enganar? À ninguém, pode ter certeza. E nem quero me enganar. Quero poder conseguir tirar você da minha cabeça, e o do meu coração que é o mais importante. Quero poder ver você chegar e não sentir o meu coração palpitando, como se estivesse a 300km/h. Quero ver as meninas dando em cima de você, e rir, sem sentir vontade de voar no pescoço delas, e dizer: "Com licença, este aqui já tem dona!" . Quero poder sorrir de verdade, sorrir com o coração, sorrir ao te ver, por termos passado tempo demais sem nos ver, e só, somente por isso. E não sorrir porque ainda tenho um pingo de esperança dentro de mim. Sei que fui sua enquanto eu pude e era pra ser. E se hoje não estamos mais... deixa o tempo vir, ele virá. Eu sei que virá. Ele virá para me afagar, e tirar- me essa dor que eu sinto toda vez que eu insisto em te procurar.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pela janela do quarto...

Diz pra eu ficar muda, faz cara de mistério
Tira essa bermuda que eu quero você sério
Dramas do sucesso, mundo particular
Solos de guitarra não vão me conquistar
Uuuuuu, eu quero você, como eu quero... (8)

Música que no momento está na minha cabeça, não é direcionado a sr. ninguém.
Sabe o que eu queria mesmo? Ser surpreendida.
Queria que chegassem pra mim e falassem, arrume as suas coisas que a gente vai passar o final de semana fora.
E me levasse pra um lugar lindo e desconhecido. No qual eu não precisaria me esconder de nada, nem de ninguém.
Acho que eu poderia até viajar sozinha, que seria válido do mesmo jeito...
Já disse que gosto de viajar? Adoro! E se tiver em boa companhia então...

Eu posso te dar duas únicas coisas, a certeza de que não quero te machucar, e a certeza de que neste momento eu não quero me prender a nada, nem a ninguém...
Sorry for this...

Eu só estou em um momento que eu estou precisando ficar sozinha com os meus pensamentos...
Não quero atropelar as coisas, nem magoar ninguém.
SÓ isso.

Boa noite.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Destino?

E será que eu devo acreditar em destino?
Será que tudo que aconteceu nesse final de semana foi por acaso?
E o acaso? Ele existe?
Acredito que as coisas acontecem quando tem que acontecer.
Nisso eu acredito! Acredito que era pra ter acontecido, que era pra eu sair, que era pra você sair e era pra nossa amiga sair. Acredito também que eu tinha que ver determinadas coisas que eu insistia em achar que era 'coisa pouca'.
E se tudo isso aconteceu, porque não tentar?

...