Eu sei que eu errei.
Não digo o contrário... mas, se talvez agi de tal forma foi por medo de te perder.
Mas, de que adiantou se te perdi do mesmo jeito não é verdade?
Pelo visto não para você, mas, para mim ficaram sim as boas lembranças, e talvez algum dia mais lá na frente quando você estiver com a cabeça mais fria você me perdoe.
Eu realmente só te desejo felicidades!
Anyway...
Hoje é aniversário do meu pai...
Painho, Parabééns!
Tudo de melhor hoje e sempre!
Muitas felicidades, saúde, dinheiro e que o senhor consiga alcançar as suas metas desse ano!
Te amo!
Tô relendo minha vida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho.
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim;)
( Sem pressa , o tempo cuida , cura , traz e faz )
Isso é FATO! ;)
Have a nice day! :)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
.desabafo.
E as pessoas fantasiam coisas...
Eu acho engraçado essas coisas, sabe?!
Você tem um relacionamento com uma pessoa e porque um ex seu te liga já é motivo de desconfiança...
Que culpa eu tenho se o 'falecido' resolveu ligar do nada!
Pelo menos eu fui sincera e disse que ele tinha ligado. E tenho a minha consciência limpa por isso.
Eu estou cansada de desconfianças na minha vida. Se eu quisesse fazer algo eu nem ao menos diria nada.
Mas, é isso aí... a pessoa quer ser sincera, só se fode né?!
Atitudes precipitadas, inpensadas...
Ah nem... cansei. E quando eu canso de uma coisa... é difícil.
Se eu disse que te amo, é porque eu te amo, mas, se você não quer acreditar... aí já é um problema somente seu.
Só lamento muito por tudo isso.
A partir de hoje vou tomar conta de mim, e chega de se jogar de cabeça.
Eu acho engraçado essas coisas, sabe?!
Você tem um relacionamento com uma pessoa e porque um ex seu te liga já é motivo de desconfiança...
Que culpa eu tenho se o 'falecido' resolveu ligar do nada!
Pelo menos eu fui sincera e disse que ele tinha ligado. E tenho a minha consciência limpa por isso.
Eu estou cansada de desconfianças na minha vida. Se eu quisesse fazer algo eu nem ao menos diria nada.
Mas, é isso aí... a pessoa quer ser sincera, só se fode né?!
Atitudes precipitadas, inpensadas...
Ah nem... cansei. E quando eu canso de uma coisa... é difícil.
Se eu disse que te amo, é porque eu te amo, mas, se você não quer acreditar... aí já é um problema somente seu.
Só lamento muito por tudo isso.
A partir de hoje vou tomar conta de mim, e chega de se jogar de cabeça.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Acostumada a me abraçar no frio
Nosso aniversário era 2 de abril
Minha blusa favorita fica melhor em você
Acordava ouvindo você cantar
A música que eu fiz pra você lembrar
Dos momentos que a gente prometeu não esquecer
Teu olho mel me fazia sorrir
Teu carinho não me deixou dormir
Mergulhado nos meus sonhos eu sempre nadei sozinho
Explicava pra você entender
Perfumada só pra eu perceber
Estivemos muito perto sob o céu azul marinho
O presente que você já me deu
Várias vezes nunca me convenceu
Mil problemas das idéias loucas sem preocupação
Apagava a luz pra você entrar
No domingo eu não parava de pensar
Me perdia de mãos dadas com minha imaginação
Aquele sol que derreteu o nosso sonho
De congelar o tempo
De escorregar na vida juntos
Histórias e dinheiro, eu parei de contar
Mulheres e canções, eu parei de cantar.
Vou deixar de ter você
Vou tentar deter você.
-Felipe SMU- Sonho de Inverno
Nosso aniversário era 2 de abril
Minha blusa favorita fica melhor em você
Acordava ouvindo você cantar
A música que eu fiz pra você lembrar
Dos momentos que a gente prometeu não esquecer
Teu olho mel me fazia sorrir
Teu carinho não me deixou dormir
Mergulhado nos meus sonhos eu sempre nadei sozinho
Explicava pra você entender
Perfumada só pra eu perceber
Estivemos muito perto sob o céu azul marinho
O presente que você já me deu
Várias vezes nunca me convenceu
Mil problemas das idéias loucas sem preocupação
Apagava a luz pra você entrar
No domingo eu não parava de pensar
Me perdia de mãos dadas com minha imaginação
Aquele sol que derreteu o nosso sonho
De congelar o tempo
De escorregar na vida juntos
Histórias e dinheiro, eu parei de contar
Mulheres e canções, eu parei de cantar.
Vou deixar de ter você
Vou tentar deter você.
-Felipe SMU- Sonho de Inverno
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A Rosa do Inverno - Patrícia Cabot
Capítulo 25. Página 342
Não. Não poderia acontecer de novo.
Mas estava.
Deitada embaixo do corpo duro e pesado de Edward, Pegeen lutou em vão contra a onda de paixão que invadia. Ela o desejava tanto quanto ele a desejava. E, apesar de as cabeças lhes dizerem para não fazer aquilo, os corpos agiam de forma temerária, como se a primeira vez tivesse sido apenas um ensaio para esta.
A boca de Edward beijou- a com avidez. Era como se seus lábios e sua língua ansiassem por tomar posse dela. E não apenas da boca, mas também do pescoço e dos seios. O peignoir jazia em duas metades ao lado dela, depois que Edward rasgou o fino tecido na sua ânsia de desnudar a carne para a sua boca voraz. Foi fazendo uma trilha de beijos da boca ao umbigo de Pegeen, deixando um rastro de fogo por onde passava, devorando os seus seios, sugando sem piedade os seus mamilos tenros, as mãos amassando a carne macia até que ela, involuntariamente pressionou a pélvis contra ele, ardendo, desesperada para ser preenchida.
Edward mergulhou a cabeça no ninho escuro e peludo entre as coxas dela. No momento em que a sua língua banhou aqueles lábios inchados, Pegeen se arremeteu contra ele, gemendo, surpresa, agarrando- lhe os cabelos. Mas Edward agarrou com firmeza os quadris ondulantes, a boca grudada à feminilidade dela, a barba por fazer queimando a maciez da parte interna das coxas. Instintivamente, Pegeen fechou as pernas ao redor de Edward, envolvendo- o nas suas coxas, enquanto se retorcia contra o rosto dele.
E então Edward não aguentou mais. Levantando- se das sedosas pernas, abriu as calças e a ereção maciça saltou, liberta. Ele se enterrou naquele ventre apertado e molhado, murmurando o nome dela e penetrando cada vez mais fundo, perdendo todo o controle. Pegeen tinha estendido os braços para cima, como que para detê- lo, os olhos muito abertos diante do membro intumescido, mas então os dedos agarraram o bíceps duro de Edward, enquanto os quadris se levantavam, indo ao encontro de cada um dos impulsos dele. Ela arremessou a cabeça para trás, respirando com dificuldade e gemeu quando ele mergulhou dentro dela e, a cada golpe, ficava mais perto de ultrapassar os limites da sanidade. Pegeen tentava se agarrar a ele cada vez que Edward recuava, procurando impedi- lo de se afastar dela, provocando- o com os lábios, enlouquecendo- o...
E então ele pareceu explodir dentro dela, lançando fogo líquido nas suas entranhas. Pegeen soltou uma exclamação gutural, arqueando- se contra ele e se perdendo em sua própria chuva de luz dourada. As unhas se enterraram nos ombros de Edward, mas ele não sentiu nada, de tão concentrado que estava com o seu próprio clímax.
Não. Não poderia acontecer de novo.
Mas estava.
Deitada embaixo do corpo duro e pesado de Edward, Pegeen lutou em vão contra a onda de paixão que invadia. Ela o desejava tanto quanto ele a desejava. E, apesar de as cabeças lhes dizerem para não fazer aquilo, os corpos agiam de forma temerária, como se a primeira vez tivesse sido apenas um ensaio para esta.
A boca de Edward beijou- a com avidez. Era como se seus lábios e sua língua ansiassem por tomar posse dela. E não apenas da boca, mas também do pescoço e dos seios. O peignoir jazia em duas metades ao lado dela, depois que Edward rasgou o fino tecido na sua ânsia de desnudar a carne para a sua boca voraz. Foi fazendo uma trilha de beijos da boca ao umbigo de Pegeen, deixando um rastro de fogo por onde passava, devorando os seus seios, sugando sem piedade os seus mamilos tenros, as mãos amassando a carne macia até que ela, involuntariamente pressionou a pélvis contra ele, ardendo, desesperada para ser preenchida.
Edward mergulhou a cabeça no ninho escuro e peludo entre as coxas dela. No momento em que a sua língua banhou aqueles lábios inchados, Pegeen se arremeteu contra ele, gemendo, surpresa, agarrando- lhe os cabelos. Mas Edward agarrou com firmeza os quadris ondulantes, a boca grudada à feminilidade dela, a barba por fazer queimando a maciez da parte interna das coxas. Instintivamente, Pegeen fechou as pernas ao redor de Edward, envolvendo- o nas suas coxas, enquanto se retorcia contra o rosto dele.
E então Edward não aguentou mais. Levantando- se das sedosas pernas, abriu as calças e a ereção maciça saltou, liberta. Ele se enterrou naquele ventre apertado e molhado, murmurando o nome dela e penetrando cada vez mais fundo, perdendo todo o controle. Pegeen tinha estendido os braços para cima, como que para detê- lo, os olhos muito abertos diante do membro intumescido, mas então os dedos agarraram o bíceps duro de Edward, enquanto os quadris se levantavam, indo ao encontro de cada um dos impulsos dele. Ela arremessou a cabeça para trás, respirando com dificuldade e gemeu quando ele mergulhou dentro dela e, a cada golpe, ficava mais perto de ultrapassar os limites da sanidade. Pegeen tentava se agarrar a ele cada vez que Edward recuava, procurando impedi- lo de se afastar dela, provocando- o com os lábios, enlouquecendo- o...
E então ele pareceu explodir dentro dela, lançando fogo líquido nas suas entranhas. Pegeen soltou uma exclamação gutural, arqueando- se contra ele e se perdendo em sua própria chuva de luz dourada. As unhas se enterraram nos ombros de Edward, mas ele não sentiu nada, de tão concentrado que estava com o seu próprio clímax.
Assinar:
Comentários (Atom)