Capítulo 25. Página 342
Não. Não poderia acontecer de novo.
Mas estava.
Deitada embaixo do corpo duro e pesado de Edward, Pegeen lutou em vão contra a onda de paixão que invadia. Ela o desejava tanto quanto ele a desejava. E, apesar de as cabeças lhes dizerem para não fazer aquilo, os corpos agiam de forma temerária, como se a primeira vez tivesse sido apenas um ensaio para esta.
A boca de Edward beijou- a com avidez. Era como se seus lábios e sua língua ansiassem por tomar posse dela. E não apenas da boca, mas também do pescoço e dos seios. O peignoir jazia em duas metades ao lado dela, depois que Edward rasgou o fino tecido na sua ânsia de desnudar a carne para a sua boca voraz. Foi fazendo uma trilha de beijos da boca ao umbigo de Pegeen, deixando um rastro de fogo por onde passava, devorando os seus seios, sugando sem piedade os seus mamilos tenros, as mãos amassando a carne macia até que ela, involuntariamente pressionou a pélvis contra ele, ardendo, desesperada para ser preenchida.
Edward mergulhou a cabeça no ninho escuro e peludo entre as coxas dela. No momento em que a sua língua banhou aqueles lábios inchados, Pegeen se arremeteu contra ele, gemendo, surpresa, agarrando- lhe os cabelos. Mas Edward agarrou com firmeza os quadris ondulantes, a boca grudada à feminilidade dela, a barba por fazer queimando a maciez da parte interna das coxas. Instintivamente, Pegeen fechou as pernas ao redor de Edward, envolvendo- o nas suas coxas, enquanto se retorcia contra o rosto dele.
E então Edward não aguentou mais. Levantando- se das sedosas pernas, abriu as calças e a ereção maciça saltou, liberta. Ele se enterrou naquele ventre apertado e molhado, murmurando o nome dela e penetrando cada vez mais fundo, perdendo todo o controle. Pegeen tinha estendido os braços para cima, como que para detê- lo, os olhos muito abertos diante do membro intumescido, mas então os dedos agarraram o bíceps duro de Edward, enquanto os quadris se levantavam, indo ao encontro de cada um dos impulsos dele. Ela arremessou a cabeça para trás, respirando com dificuldade e gemeu quando ele mergulhou dentro dela e, a cada golpe, ficava mais perto de ultrapassar os limites da sanidade. Pegeen tentava se agarrar a ele cada vez que Edward recuava, procurando impedi- lo de se afastar dela, provocando- o com os lábios, enlouquecendo- o...
E então ele pareceu explodir dentro dela, lançando fogo líquido nas suas entranhas. Pegeen soltou uma exclamação gutural, arqueando- se contra ele e se perdendo em sua própria chuva de luz dourada. As unhas se enterraram nos ombros de Edward, mas ele não sentiu nada, de tão concentrado que estava com o seu próprio clímax.
Nenhum comentário:
Postar um comentário