O tempo vai se passando, as pessoas vão mudando... Alguns vem atrás, outros não, nessas horas você percebe quem é seu amigo de verdade.
Mas aqueles que estão tão longe, a tantos KM de distância... e muitas vezes aquela ligação não mata a saudade, pelo contrário, às vezes aumenta! Aí chega a hora que você quer aquele abraço apertado, aquele ombro amigo, aquela risada conhecida, mas cadê? Não tem!
Uma das coisas que eu mais sinto falta em Natal são: (Ok, não é só uma coisa) Número um, da minha princesa, minha irmã! Tenho tanta saudade dela... o abraço reconfortante que só ela sabe dar, o carinho, a risada gostosa, e até mesmo das chatices dela. Esse mês ela faz 8 aninhos! Meu baby tá crescendo e eu estou tão longe...
Sinto falta do mar... não, eu não era uma frequentadora assídua da praia, mas era tão reconfortante poder ir de tardezinha, sentar na areia, ver as ondas quebrando e pensar na vida...
Sinto uma falta gritante dos meus amigos, aqueles de verdade, sabe?! Que às vezes me ligavam só pra saber como eu estava...
Sei que sou uma pessoa extremamente carente e que acabo transferindo essa carência aos meus amigos e a pessoa na qual eu me relaciono... mas, sei lá... às vezes me sinto como a Felícia do Loney Tunes que sufocava todo mundo com um abraço... e eu não gosto de ser assim... me sinto vulnerável demais. E isso não é nem um pouco bom.
Estou aqui, em Brasília, longe da minha "família", amigos... e pra quê?
Sabe quando você sente que nada vai dar certo em sua vida? É assim que eu me sinto. Eu vim pra cá trabalhar, estudar... não sei se é porque não arrumei um emprego ainda, mas, não tenho ânimo pra nada, sabe?!
E sei que eu só não estou pior porque encontrei uma pessoa que me faz bem. Mas, não se vive só de "amor" ainda mais em Brasília. rs'
Sei lá.. só estou sentindo que minha vida está sendo jogada fora. Toda ela...
-- Uma vontade louca de gritar, chorar e ... sumir!
Nenhum comentário:
Postar um comentário